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Márcio Lacerda processa economista por danos morais

 

O ex-prefeito de Belo Horizonte e pré-candidato ao governo do Estado, Márcio Lacerda (PSB), publicou em sua página no Facebook que ajuizará uma ação de indenização por danos morais contra a economista Maria Eulália Alvarenga de Azevedo Meira. Segundo nota publicada pelo ex-prefeito, Maria Eulália, em entrevista a Rádio Itatiaia, fez várias denúncias sobre supostas irregularidades na gestão da empresa PBH Ativos. “Durante a entrevista, Maria Eulália não comprovou nenhuma das acusações contra o ex-prefeito”, destacou a nota.

Entre as denúncias feitas por Maria Eulália, “sem nenhum tipo de comprovação”, e “de forma leviana”, classifica a nota, está a suposta captação de recursos pela PBH Ativos junto ao BNDES para a construção de (UMEIs) em valores três vezes maiores que as efetivamente realizadas no município. “Marcio Lacerda construiu durante sua gestão 90 UMEIS – Unidades Municipais de Educação Infantil. E em nenhuma dessas construções o valor foi o triplo das demais”, destacaram.

Além da indenização por danos morais, Márcio Lacerda também solicitou um pedido de retratação das acusações infundadas e não comprovadas da economista. “A economista”, acusa a nota, “tem sido inclusive uma das principais fontes da Comissão Parlamentar de Inquérito em andamento na Câmara e já repassou as mesmas informações sem comprovação aos vereadores da Casa”.

A CPI instaurada na Câmara Municipal de Belo Horizonte para apuração de supostas irregularidades praticadas pela empresa, recebeu para depor, na última terça-feira, o ex-presidente da PBH Ativos — um dos responsáveis pela concepção e criação da empresa — José Afonso Bicalho.

Também estava marcado o depoimento de Márcio Lacerda, que acabou não comparecendo. Lacerda justificou sua ausência alegando estar em viajem e outra data para depoimento será remarcada.

Em agosto, o Tribunal de Justiça de Minas Gerais concedeu liminar suspendendo os trabalhos da CPI. O advogado de Lacerda, José Sad Junior, alegou “desvio de função natural para perseguir e achincalhar seu adversário político” da atuação dos vereadores Pedro Patrus (PT) e Gilson Reis (PCdoB), na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Câmara Municipal de Belo Horizonte”.

A Câmara Municipal recorreu da liminar e retomou os trabalhos.

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